Muitos
líderes cristãos estão mais preocupados com a aprovação cultural do que com a
fidelidade bíblica. Ideologias progressistas financiadas por bilionários e
fundações com agendas distantes do evangelho tem influenciado diretamente
instituições de educação e religiosas.
Há cristãos que se envergonham do evangelho a ponto de sussurrarem timidamente as verdades bíblicas. Muitos pastores estão matando as ovelhas de fome para apaziguar bodes (Jo 10:12-13). Estes sussurram verdades, enquanto um verdadeiro exército de lobos treinados está se infiltrando sorrateiramente entre as ovelhas e gritando suas ideologias progressistas.
Você sabia que movimentos da agenda esquerdista estão se infiltrando em ministérios e igrejas? Estes movimentos estão percebendo que em vez de continuarem se opondo às igrejas, eles precisam agora cooptá-las, se apropriando dos valores cristãos para fortalecer a agenda progressista fazendo com que o evangelho seja reduzido a um mísero programa transformador de estruturas sociais de ímpeto marxista. Principais movimentos:
- Movimento verde
- Imigração ilegal
- Aborto
- Vacina (Covid-19)
- Justiça racial (“Supremacia branca”)
- Abuso sexual entre adultos (diferença de poder)
- Ideologia de Gênero (Movimento LGBTQIA+)
As políticas dos movimentos ambientalistas veem a multiplicação frutífera da humanidade, que a Bíblia descreve como uma bênção (Gn 1:28; 9:1), como uma espécie de praga sobre a terra. Este movimento culpa as atividades humanas de cultivar alimentos na Terra como algo preocupante as mudanças climáticas, rebaixando a importância da humanidade como ápice da criação de Deus (Sl 8) em comparação ao meio ambiente. Estes mesmos ativistas ambientais são os mesmos favoráveis a reduzir a população por meio do aborto, ou seja, querem preservar o verde, mas focam em destruir (e não preservar) a vida humana.
Em 2021, uma pesquisa conduzida por cinco universidades do Reino Unido entrevistou dez mil estudantes e constatou que quase 60% pensam que a humanidade está condenada por causa das mudanças climáticas. Mas, o cientista da NASA Dr. Roy Spencer disse que a maioria dos cientistas concorda que as médias de temperatura aumentaram ligeiramente nos últimos 150 anos, mas que não concordam o quanto os humanos estão contribuindo ou quão grave é essa ameaça.
O fato é que por ano, morrem 98% menos pessoas hoje em dia em causas relacionadas ao clima do que há cem anos. Em 2017, o Climategate 2.0 admitiu que o aquecimento da temperatura parecia ter estagnado. Muitas narrativas baratas são vendidas por meio de manipulação da mídia como argumentos para ações governamentais autoritárias. E como resultado prejudicam a economia de muitos países, principalmente as mais pobres.
Em 2019, o Sri Lanka era uma nação em ascensão, mas três anos depois, sua economia entrou em colapso deixando 30% da população faminta devido a uma política verde que proibia a importação de fertilizantes químicos e pesticidas. Na mesma época o governo holandês anunciou um plano para comprar compulsoriamente três mil fazendas para reduzir 30% do gado em atendimento as regulamentações de carbono da União Europeia (ao que parece, as vaquinhas agora são o inimigo número um do clima).
Em 2019, o país africano Gana, também estava com sua economia em ascensão, mas logo fez acordo com o Banco Mundial para diminuir a poluição proveniente da queima de petróleo mudando para energia solar e hidrelétrica. Esse banco desestimulou um país africano em desenvolvimento a desistir de sua enorme fonte de riqueza que transformaria a vida das gerações futuras. Em 2021, sem eletricidade, o país passou por apagões e os agricultores não conseguiam mais acessar água para irrigar as plantações que já estavam diminuindo devido ao uso de fertilizantes orgânicos menos eficazes que eram exigidos pelos compromissos climáticos do Acordo de Paris.
Não é errado ponderarmos sobre esse assunto e cuidarmos do meio ambiente, errado é fazer acordos sobre políticas ambientais como um teste de fidelidade bíblica se utilizando de frases como “ame seu próximo” quando estes mesmos se utilizam de carros elétricos que precisam de baterias íon-lítio que requer cobalto, que atualmente é extraído do solo por escravos no Congo, incluindo crianças. Esta é a hipocrisia verde!
2. IMIGRAÇÃO ILEGAL
Existem atualmente 22 milhões de estrangeiros ilegais vivendo nos EUA (fonte Yale e MIT), quase 7% da população. Segundo o Escritório de Contabilidade do Governo dos EUA imigrantes ilegais encarcerados foram responsáveis pela morte de 33 mil pessoas entre 2010 e 2015. Se a média estiver certa, nos últimos treze anos esse número poderia ultrapassar 85 mil. O Serviço de Pesquisa do Congresso americano descobriu que nos primeiros dez meses de 2023, agentes de fronteira apreenderam mais 110 mil menores desacompanhados, e que cerca de 75 a 80% deles eram vítimas de tráfico.
A Bíblia ensina que devemos ser gentis com o estrangeiro (Êx 22:21; Lv 19:34; Mt 25:35), mas ela também ensina que a bondade para com o peregrino não deve ser injusta com os cidadãos locais e sua cultura específica. Não é errado querer conservar o que é verdadeiro, bom e belo. Assim como Paulo ensinou a igreja a distinguir o tipo de viúvas que deveriam ser assistidas (1Tm 5), existem contextos que não é errado uma nação discernir entre aqueles estrangeiros como Rute e Raabe que eram estrangeiras que pretendiam assimilar e abençoar Israel daqueles estrangeiros que não pretendem assimilar a cultura e abençoar. Rute era uma moabita que foi morar em Israel dizendo para sua sogra que: “o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. As nações ocidentais devem ponderar se a ideologia dos imigrantes é compatível com os valores democráticos. As Escrituras não exigem que sacrifiquemos a soberania nacional. Deus não se opõe as fronteiras, pois ele as inventou (At 17:16).
Acolher o estrangeiro não exige que abandonemos o bom senso e a prudência em estabelecer limites e critérios para recebê-los. Pois, se incentivarmos a imigração não regulamentada recompensando aqueles que ignoram as leis do país e não garantir a segurança dos cidadãos iremos nos tornar em pouco tempo um país semelhante aos países que estes imigrantes têm fugido.
3. ABORTO (Movimento pró-vida)
Infelizmente a narrativa pró-aborto vem inculcando uma mentalidade cultural de que os bebês são um obstáculo fundamental a realização feminina, legitimando cada vez mais uma cosmovisão errônea e egocêntrica de que a realização profissional e a riqueza material proporcionam mais satisfação às mulheres do que formar uma família.
Casamento e família são muito mais importantes para a felicidade das mulheres do que o sucesso profissional. Quem acredita que um bebê nos impede de ter uma boa vida está desobedecendo a ordem do mandato social estabelecido por Deus em Gênesis 1:26-28 e 2:18-25.
Este movimento tem repreendido a igreja de não se esforçar o suficiente para ajudar as mulheres em risco, pois sua falta de cuidado cristão tem levado mulheres escolher a morte (aborto). Este movimento tem alegado que ser pró-vida não é somente dizer não ao aborto, mas é ser pró-toda-a-vida. Para eles, proibir o aborto só seria moralmente legítimo se ao mesmo tempo expandissem o estado de bem-estar social e a esperança. Seria o mesmo que dizer a Princesa Isabel que assinou a Lei Áurea em 13.05.1888 e a Abraham Lincoln que o fim da escravidão só valeria a pena se também anunciassem um salário mínimo obrigatório e um programa de bolsas de estudo para escravos. Algo louvável, mas que de forma alguma altera a maldade da escravidão ou o bem de acabar com ela.
Nos últimos anos, nos EUA, 82 mil voluntários em quase três mil centros pró-vida em todo o país atenderam por ano cerca de dois milhões de clientes, mais de três vezes o número de aborto realizados. Em 2019, os centros pró-vida forneceram 270 milhões em serviços e bens para mulheres em risco, incluindo cuidados médicos, educação e itens para bebés, como fraldas, cadeirinhas de carro e roupas. Infelizmente não tenho estes dados específicos com relação ao Brasil.
O teólogo R.C. Sproul certa vez disse: “Eu nunca votaria em um candidato para qualquer cargo, incluindo o de gari, que fosse pró-aborto”. Ele está certo. Muitos cristãos deixam de votar em um candidato que usará seu poder para restringir o aborto por questões triviais e pessoais. No Brasil cristãos deixaram de votar em Bolsonaro simplesmente porque ele falava palavrão. Sabemos que ele prestará contas de suas palavras a Deus, porém, sua plataforma de campanha protegia as crianças do aborto e da ideologia de gênero. Nos EUA, muitos líderes religiosos foram favoráveis a Biden (incluindo Tim Keller) mesmo sabendo que ele prometia defender o acesso ao aborto, expandir o poder LGBTQ e eliminar as proteções à liberdade religiosa.
Este movimento também alega que ser pró-vida é também impor controle de armas. Estes alegam que crianças mortas com arma de fogo são vítimas daqueles que defendem direitos às armas. Uma coisa não tem nada a ver com outra. Em todos os lugares é ilegal atirar em crianças, e ninguém está defendendo essa posição. O direito de assassinar uma criança através do aborto não é de forma alguma análogo ao direito de possuir uma arma usada para autodefesa. Isso serve apenas para minimizar o horror único do aborto que já tirou milhões de vidas.
Qual voto é mais moralmente comprometedor para o cristão, o que coloca o poder nas mãos daqueles que prometem permitir que inocentes sejam condenados à morte, ou o que investe poder naqueles que prometem encontrar uma maneira de resgatar inocentes? Iremos nos submeter passivamente ao programa esquerdista de sujeitar crianças confusas a cirurgias que desfiguram permanentemente seus corpos dados por Deus? Quando colocamos no cargo representantes que se comprometem a sentenciar inocentes a morte, na quantidade de centenas de milhares todos os anos, somos responsáveis de participar de suas perversidades.
4. VACINA
Muitos estudos internacionais mostraram que as máscaras impostas durante a pandemia não impediam a propagação da Covid-19. As máscaras não surtiam efeito algum, exceto aumentar a taxa de dislexia de distúrbios de fala em crianças pequenas. Muitos disseram que tomar vacina era sinônimo de amor ao próximo. Mas, revelações posteriores a pandemia mostraram que as vacinas sequer preveniam a transmissão. Foi comprovado que tanto vacinados quanto não vacinados poderiam transmitir o vírus.
O pior é que a classe trabalhadora foi a mais afetada. Um relatório da ONU de março de 2021 estimou que 228 mil crianças morreram de fome no Sul da Ásia devido às interrupções causadas pelo lockdown. O Banco Mundial divulgou um relatório sugerindo que quase 100 milhões de pessoas adicionais foram lançadas na pobreza devido à perda de renda.
Muitos líderes religiosos foram pressionados a convencer as pessoas religiosas a aceitarem as narrativas do governo sobre a Covid-19. É função do clero chamar os membros da igreja a confiar na ciência? (ver 2Cr 16:12).
Interessante observar que até dezembro de 2012, mais americanos haviam morrido de covid-19 sob a administração de Biden do que sob a administração de Trump, apesar de do fato de Biden ter herdado múltiplas vacinas e outra infraestrutura federal par ajudar a mitigar a propagação do vírus.
5. RACISMO
A Teoria Crítica da Raça (TCR) é um movimento acadêmico e ativista surgido nos EUA. A teoria tem por base pressupostos antibíblicos de teorias marxistas. Os brancos são vistos como opressores obtendo vários tipos de riquezas e oportunidades por meio de seu privilégio, ou seja, apenas por serem brancos.
Nessa teoria o individualismo e responsabilidade pessoal são racistas, então o coletivismo é a solução para o racismo. O coletivismo é a teoria marxista que prioriza o bem percebido do grupo sobre a liberdade e os direitos de propriedade do indivíduo. Se os brancos são os opressores e as minorias são as oprimidas, a luta entre grupos raciais toma o lugar de classes de Marx.
Karl Marx ensinou que a culpa não se baseia na intenção de um coração individual, mas nas distinções de classe entre opressores e oprimidos. Essa ideologia venenosa está se infiltrando em ministérios e igrejas e já tem se alastrado em escolas públicas. (p.320)
Onde o cristianismo ensina que a maior necessidade da humanidade é a salvação por causa de seu pecado, a TCR ensina que é o poder sobre seus opressores. Os dois grupos na TCR não são, como na Bíblia, pecadores e santos, mas vítimas e opressores. A TCR encoraja o ressentimento coletivo no primeiro grupo e a culpa coletiva no segundo, sem nunca lidar com o coração individual. Em vez de abraçar a unidade em Cristo, ela encoraja a divisão através da etnia, colocando grupos uns contra os outros. Ela instila suspeita e amargura, incentivando seus devotos a ler preconceito e agressão secreta onde não havia nenhuma intenção má.
Este movimento está treinando pessoas no medo, na suspeita e na amargura prometendo uma utopia terrena sem Deus.
6. ABUSO SEXUAL ENTRE ADULTOS (DIFERENÇA DE PODER)
Este movimento descreve o abuso sexual entre adultos como uma situação baseada em “diferença de poder”. O que é isso? Seguindo a linha marxista, o abuso é cometido entre alguém que é considerado um “opressor” e alguém que é “oprimido”. A interação sexual entre adultos é pecado ou abuso com base não no consentimento, mas no desequilíbrio de poder. O problema é que essa ideia retira a responsabilidade pessoal da pessoa que não tem poder. Por exemplo, a história de Davi e Bate-Seba deve ser entendida como uma história de estrupo, pelo fato de Davi ser um rei, ou seja, o “opressor” e Bate-Seba a “oprimida”?
Claro que não! Isso é uma interpretação errada, pois Jesus não diz a mulher adúltera de João 8 ou à mulher junto ao poço de Joao 4 para ir e não ser mais emocionalmente manipulada por homens poderosos. Ele não repreende os líderes religiosos de Lucas 7 afirmando que a mulher que lavou seus pés deveria ser categorizada como vítima porque seus atos ilícitos ocorreram dentro de um sistema no qual a disparidade de poder favorecesse os homens em detrimento das mulheres.
José era descrito como um homem bonito na Bíblia e isso o fez alvo da esposa de um dos homens mais poderosos do Egito. Mesmo tendo um cargo ali, José ainda era um escravo estrangeiro e assim que a mulher tentou seduzi-lo, José não presumiu que o desequilíbrio de poder naquela situação tiraria sua responsabilidade pessoal de se deitar com ela, ao contrário, ele diz: “Como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gn 39:9).
A
ideia de que a falta de poder retira a responsabilidade do pecado voluntário e consciente
não se encontra em lugar nenhum na Bíblia. Posto isto, que fique claro que toda
e qualquer agressão sexual ou abuso é uma ofensa contra Deus e cabe a igreja
não só condenar tais atos, como também tomar medidas cabíveis, respeitando o
devido processo legal, para que os culpados sejam levados a justiça e para
evitar que aconteça de novo.
7. IDEOLOGIA DE GÊNERO (MOVIMENTO LGBTQIA+)
Megan Basham conta em seu livro Pastores à Venda que uma família cristã estava tendo problemas com seu filho depois de começarem a frequentar uma igreja de sua cidade. Mesmo sendo matriculado em uma escola cristã, a escola informou aos pais que seu filho estava fazendo proselitismo aos alunos pela posição de que a homossexualidade e transgenerismo eram compatíveis com o cristianismo. Depois de muita investigação eles descobriram que o líder de louvor da igreja estava influenciando os jovens com visões progressistas recomendando que ouvissem podcasts que afirmavam a ideologia LGBTQIA+.
Infelizmente muitos pastores já estão argumentando que os cristãos não deveriam confrontar a homossexualidade, mas acomodá-la, incentivando e encorajando casais gays a se casarem na igreja contrariando passagens bíblicas como 1Coríntios 6:9-11, Levítico 18:22 e Romanos 1 que afirmam ser atos pecaminosos.
A Fundação Arcus é a instituição que mais financia inciativas LGBTQIA+ nos EUA. Eles observaram que o maior obstáculo para as constantes derrotas legislativas para aprovação de suas pautas era o cristianismo. Com isso eles passaram a doar milhões de dólares para treinar líderes religiosos a se tornarem defensores de pessoas LGBTQIA+. Seu propósito é reformar o ensino da igreja sobre orientação sexual e identidade de gênero entre comunidades conservadoras e evangélicas. Seu objetivo é mudar todas as igrejas do mundo, não importando quão conservadoras seja sua teologia.
A autora Rosaria Butterfield conta em seu livro Cinco mentiras da nossa era anticristã como deixou o lesbianismo quando se tornou cristã e como o mundo tem oferecido uma falsa paz neste assunto. O cristianismo gay nas igrejas nega ao pecador sexual a chance de arrependimento, e sem arrependimento não há salvação. Um casamento homossexual não pode ser santificado como um casamento heterossexual, pois viola a ordem da criação (Gn 1:27).
Muitos pastores estão sussurrando timidamente o que a Bíblia diz sobre sexo, sexualidade e casamento, pois isto pode lhes custar posição social ou até mesmo uma batalha judicial de anos. Muitos pastores estão matando as ovelhas de fome para apaziguar bodes (Jo 10:12-13). Como disse Calvino: “A ambiguidade é a fortaleza dos hereges”. Estes sussurram verdades, enquanto um verdadeiro exército de lobos treinados está se infiltrando sorrateiramente entre as ovelhas e gritando suas ideologias progressistas. São mais de 10 mil ativistas realizando a missão da Arcus de reformar igrejas evangélicas conservadoras para que não mais ensinem a sã doutrina.
Por que estamos obscurecendo a verdade que nos resgatou para outros pecadores? Temor de homens? “Quem teme ao homem arma ciladas, mas o que confia no Senhor está seguro” (Pv 29:25).
CONCLUSÃO
Houve dois homens que viveram em Londres no século 19 com visões diferentes: Charles Spurgeon e Karl Marx. Spurgeon reconheceu o perigo em sua época e perseguiu o socialismo repetidamente. A “religião” de Marx desejava suplantar o cristianismo. A filha de Marx perguntou para Friedrich Engels, o coautor, com seu pai, de O manifesto comunista, quem era a pessoa que ele mais odiava no mundo, então ele respondeu com uma única palavra: Spurgeon.
Spurgeon necessariamente se interpunha no caminho de tais ideologias, lembrando ao mundo que a maior necessidade humana não era um projeto social ou poder sobre seus opressores, mas perdão de seus pecados. O verdadeiro cristianismo promove não a queixa, mas a gratidão.
É nosso dever “batalhar pela fé” (Jd 3), porém, o cristão covarde não quer participar desta batalha, não quer sair de sua zona de conforto preferindo conceder mais território para falsos mestres que desejam atualizar a Bíblia para aprovação cultural, transformando em “libertinagem a graça de nosso Deus” (Jd 4).
“...Irão vossos irmãos à guerra, e ficareis vós aqui?” (Nm 32:6). Por que se juntar a Elias e ganhar a reputação de perturbador de Israel (1Reis 18:17-18) quando se pode ficar quieto e ser estimado por todos?
Nada no mundo é tão tentador a um cristão quanto largar seus remos de resistência e flutuar nas marés culturais. Isso é especialmente verdadeiro quando sabemos que o terreno firme das Escrituras em que estamos pisando tem se tornado cada vez mais uma ilha deserta (p. 184)
Os lobos de Satanás em pelo de cordeiro se infiltram secretamente na igreja por uma razão: impedi-la de arrancar mais almas do inferno. Mas quando os enfrentamos com a coragem de Cristo, não é preciso muita força, riqueza ou astúcia para superá-los.
REFERENCIAL TEÓRICO
BASHAM,
Megan. Pastores à venda: como líderes
evangélicos negociaram a verdade pela agenda esquerdista. São Bernardo do
Campo: Trinitas, 2026.

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