Os
otimistas confiam na força do seu braço. Eles veem os projetos como desafios
pessoais e por isso se esforçam bastante. Muitas vezes não estão conscientes de
suas limitações e acabam se expondo ao esgotamento.
Dizem muito “sim” e pouco “não”. Costumam atropelar as pessoas no processo por estarem mais focados em cumprir seus objetivos do que manter bons relacionamentos. Em algum momento se frustrarão.
Por outro lado, os pessimistas lidam com novas ideais com desânimo. Eles encaram os projetos com um peso insuportável.
Eles possuem alguma consciência de suas limitações, o que é bom, porém, a ênfase em suas limitações pode se tornar exagerada a ponto de acreditarem que todo esforço é inútil. Seu lema pessoa é: “Isso não vai dar certo”.
Embora possuam reações opostas, otimistas e pessimistas têm uma base comum. Ambos estão centrados em si mesmos: egoístas.
O otimista é um ativista que realiza muitas coisas. Ele busca validação e segurança tentando firmar sua identidade em suas realizações, mas um dia a conta chega. Planos frustrados e um corpo quebrado pelo excesso de atividade.
O pessimista é um procrastinador, foge das responsabilidades com o desejo de se preservar. Mas, chegará o dia que os projetos não concluídos o consumirão, junto com o sentimento de culpa e inutilidade.
“Deus resiste aos soberbos, mas da graça aos humildes” (Tg 4:6). Nosso orgulho não produz somente esgotamento ou culpa, mas oposição a Deus, pois quando buscamos ocupar o centro do mundo e viver para nossa glória, estamos em oposição ao Senhor.
REFERENCIAL TEÓRICO
PORTO,
Allen. Produtividade Redimida. São José dos Campos: Fiel, 2024.


